Bem-vindos ao meu blog...
Aqui postarei todos os poemas que vou escrevendo ao longo dos dias... Prometo não estar muito tempo sem escrever! Peço-vos para comentar, só assim saberei a vossa opinião (boa ou má!), por isso estejam à vontade!
Espero que gostem! :)

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Vem até mim!



Sim, vem…
Vem abraçar-me…
Vem até mim…
Vem amar-me…


Eu perdoo-te
É humano errar
E todos nós o fazemos
Por não pensar!

Sim, vem…

Não aguento mais
Estar longe de ti
Quero-te perto
Sentir o que já senti!

Vem abraçar-me…

Quero-te junto a mim
Bem junto ao meu peito
Quero que sintas o meu coração
A bater daquele jeito!

Vem até mim…

Vem circundar-me de amor
Com teus braços me envolver
Eu dou-te o melhor de mim
Não te quero perder!

Vem amar-me

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Minha linda menina!



Minha linda menina
Com estes olhos vi-te nascer
Tão frágil e pequenina
Agora não paras de crescer!

És a luz dos meus olhos
Quero sempre te acompanhar
Nos bons e maus momentos
Estarei para te apoiar!

És o meu orgulho
Linda e inteligente
Talvez um pouco distraída
Mas inconscientemente!

Espero ver-te sempre crescer
E adolescente te tornares
Teres os problemas desta fase
E de te ajudar sem receares!

Vais-te tornar adulta
Linda mulher irás ficar
Minha linda afilhada
Para sempre te vou amar!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Sim, é verdade!



Fraco amor este
Ladeado de desilusão
Decepções foram muitas
Feriste meu pobre coração!

Sim, feriste…

Não sei se há retorno
Estou frágil, desalentada
O tempo o dirá
Estou oca, sem nada!

Sim, estou oca…

Amor? Esse diminuiu
Não consegui evitar
E as malditas desilusões
O coração começaram a devorar!

Sim, a devorar…

Já pouco resta dele
Está franzino, a morrer
Precisa de amor
Se não, deixa de bater!

Sim, deixa de bater…

Amor ingrato este
E uma vez ouvi alguém falar:
“No amor quem mais dá, perde”
E graças a ti, já o consegui comprovar!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Debaixo da lua!



Amantes enamorados
Rendidos à paixão
Corpos desejados
Aumento da pulsação!

Fulgurante amor
Com a lua a testemunhar
Numa noite de calor
Que longe estava de terminar!

A lua a assistir
Aos desejos incontrolados
A tensão a subir
E os corpos suados!

Seres enamorados
Com a luz da lua a iluminar
Confidente dos apaixonados
Somente fica a observar!

Debaixo da lua
Eu vou-te jurar
Eternamente serei tua
Não vou deixar de te amar!

Tua como quiseres!



Tua sou
De todas as maneiras
Amiga, namorada
Até criança para brincadeiras!

Mulher, amante
Também o posso ser
Companheira, confidente
É só escolher!

Sou multifacetada
Uma para cada momento
Para a situação mais indicada!

Só quero o teu bem-estar
Transformo-me a tempo
Somente por te amar!

sábado, 30 de janeiro de 2010

Indecisões da vida!



Indecisões da vida
Decisões a tomar
Vou, avanço
Ou tenho que recuar?

Recuar talvez não
Apenas abrandar
As expectativas são altas
Tenho medo de falhar!

Falhar é frustrante
E pode acontecer
Quem entra no jogo
Pode ganhar ou perder!

Perder ninguém gosta
Mas faz parte da vida
Pois aprende-se muito
Mais uma experiência vivida!

Vivida ao máximo
Assim tem de ser
Mesmo com derrotas
Seguir em frente e a cabeça erguer…

Luta difícil!



Não sei o que fazer!
Vem, de ti vou cuidar!
Ficar ou ceder?
Para quê ficar?
A proposta é tentadora!
Eu sei, por isso vem!
Sou uma criança sofredora!
Aqui sofrimento ninguém tem!
A sério? Mas que bom!
Nem imaginas o quanto…
Bem, não sei então!
Não hesites, olha para o teu pranto!
Mas aqui até gostam de mim!
Aqui ainda mais vão gostar!
Não sei se quero já o fim…
Para quê continuares a lutar?
Eu até gosto deste local!
Mas aqui também vais gostar!
Eu só saiu daqui para o hospital!
Mas aqui vais viajar!
Vai, sai daqui!
Não, aqui vou ficar…
Ainda pouco eu vivi!
Mas eu venho te buscar!
Já decidi, ainda não vai ser agora!
Mas… Mas tu estás a desfalecer…
Eu quero que te vás embora!
Esta luta eu vou vencer!

E venceu...

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Tua sina!



Sou a tua cigana
A tua sina vou ler
Vou saber o teu futuro
Vou tentar descrever!
Dá-me a tua mão
Para as linhas eu analisar
Sei que é algo bom
Do qual vais sempre lembrar!
Numa linha vejo uma mulher
Noutra linha a ti vejo
E essas linhas cruzam-se
Vejo que tudo começou com um beijo!
Ela está no teu passado
No teu presente e no teu futuro
Vejo aqui um grande amor
Um amor lindo e puro!
O que mais queres saber?
Se este amor vai durar?
Isso depende de ti
Se a continuares a amar!
Queres saber quem ela é
Até leio a tua mente
Pois isso é muito fácil
Sou eu mesma, aqui à tua frente!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O meu corpo te revelo!

As linhas do meu corpo
Por ti esperam ser delineadas
Com tuas mãos fortes,
Quentes e suadas!
Humm…
Conheces todas as minhas formas
De cima a baixo na perfeição
Mas em todos os momentos
É uma enorme tentação!
Vem…
O meu corpo anseia pelo teu
Já te conhece como ninguém
Toda a tua pele já percorri
Mas o desejo fica sempre aquém!
Sim…
Tu sabes que me tens
Possuis a chave do prazer
Sabes como a utilizar
E fazer-me a cabeça perder!
Toca-me…
No meu mais recôndito lugar
Fecha os olhos e vem me descobrir
Ama-me de todas as maneiras
E mulher faz-me sentir!
Diz-me…
Que meu corpo desejas
E que me amas perdidamente
O meu corpo te revelo
Será teu eternamente!
Ama-me…

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Suicídio Consumado!

Sabemos que é terrível
Uma sensação de limite
Imaginamos o sofrimento
Com a morte a convite!
Indagados no sofrimento
Dia-a-dia a desejar
Incontrolável vontade
Onde a morte irá ganhar!

Consumado será
Obstinada é a morte
Não desiste e leva-a
Sua vida levou um corte!
Uma família destroçada
Matou-se, não há nada a fazer
Atirou-se de uma ponte
Deixou de sofrer!
Onde andarás? Ainda ninguém te encontrou…


Baseado num caso verídico!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Cartas de Amor!

“Todas as cartas de amor são ridículas”
Já um dia alguém disse isso
E esse grande alguém tinha razão
Quem não acredita nisso?
Grande Fernando Pessoa
Que muito nos ensinou
Ridículo é quem não as escreve
Ridículo é quem nunca amou!
Continuemos a escrever
Ridículas cartas de amor
Mostremos o que sentimos
Mostremos o nosso clamor!
Poemas do amor
São ridículos igualmente
Neles mostramos o quanto amamos
Tão belo amor inocente!
Continuemos assim
Por amor a escrever
Ridículos por amor
Ridículos até morrer!



Inspirei-me no poema "Cartas de Amor" de Fernando Pessoa, numa maneira de dar destaque ao nosso eterno e grande poeta português!

sábado, 9 de janeiro de 2010

Esse teu silêncio!



Não entendo a razão
De tudo estar assim
Estás-me a magoar
Estás a dar cabo de mim!

Esse teu silêncio
Perturba-me demasiado
Estou a sentir-me corroída
E isso passa-te ao lado!

Não me deixes neste sofrimento
Diz-me algo por favor
Estou a morrer por dentro!

Peço-te como antes nunca pedi
Diz-me algo por favor
O que serei eu sem ti?

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Hoje não estou para ninguém!




Esquece…

Hoje não,
É melhor nem tentares,
Hoje preciso de solidão!

Vai…

Não quero saber,
Estou desiludida
Não vais entender!
Que queres de mim?
Hoje não estou para ninguém
Não quero ouvir vozes,
Não estou nada bem!
Quero estar sozinha,
Só quero ouvir o bater do meu coração,
Quero ouvir cada batimento,
Sozinha com a minha solidão!
Apreciar a sua força
Se é capaz de tudo superar,
Mas há dias que duvido
Se terá força para lutar!
Deixa-me sozinha…
Não te estou a pedir demasiado,
Simplesmente hoje não é o dia certo,
Não quero estar a teu lado!
Sei que não entendes,
Se calhar nem eu me entendo,
Por isso preciso de tempo,
Para já é o que pretendo!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Como barco sem leme!



Tu completas-me,
Já fazes parte de mim,
Sem ti já não sou nada,
Não quero nem imagino o fim!
Sem ti o que sou?
Sou como um barco sem leme,
Que anda à deriva perdido
E que o barqueiro a vida teme!
Um jardim sem flores,
Sou o que sou sem ti,
Sem aquelas inúmeras cores,
Um jardim como nunca vi!
Um céu sem estrelas,
Sem sol e sem lua,
Nunca me deixes,
Quero ser sempre tua!
Sem ti, sou como praia sem areia,
Como poeta sem poesia,
Como vês, és fundamental,
Se não, escrever eu não podia!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Hoje preciso de mim!

Hoje preciso de mim
Estar comigo sozinha
Recolhida em pensamentos
De um futuro que se avizinha!
Preciso deste momento
Encolhida, comprimida, contida
Somente no calor do meu corpo
Sozinha, a pensar nesta vida!
Necessito deste momento
Calada, sossegada, retraída
Neste meu desalento
Nesta vida entristecida!
Não quero ninguém
Não quero nem preciso
Estou assim tão bem
Neste meu casulo conciso!
Enrolada em sentimentos
Coberta com tristeza
Acompanhada pelo medo
Porque a alegria me despreza!
Aqui estou
E aqui quero ficar
E inerte ficarei à espera
Que a felicidade me venha abraçar!

sábado, 19 de dezembro de 2009

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Alma Perdida!

Sinto-me mal,
Sinto um vazio interior,
Não terei nada cá dentro?
A não ser esta nefasta dor?
Este corpo vazio,
Esta alma perdida,
Um enorme nada
Sinto-me vencida!
Preciso de algo,
Algo para me preencher,
Algo que me ressuscite
Para não me perder!
Ou perdida já estou?
Talvez, não sei,
Sei que me sinto um nada,
Onde será que errei?
Quem me poderá ajudar?
Sinto-me insignificante,
Ajudem por favor
Este ser errante!
Mais vale desistir,
E com a luz ir ter,
Adeus, até um dia
Foi um prazer vos conhecer!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Paixão vs Amor!



Paixão, o que é isso?
É aquela fantástica sensação?
É aquela dorzinha na barriga?
Ou é o acelerar da respiração?
Paixão, o que isso é?
É sentirmo-nos extasiados?
É sentirmo-nos nas nuvens?
Ou é sentirmo-nos para outro lado transportados?
E o Amor? O que é?
É aquela sensação que perdura?
É aquele sentimento grandioso?
Ou é somente o abrandar da loucura?
O Amor então o que é?
É aquele sentimento de união?
É aquela sensação de companheirismo?
Ou é somente completar o coração?
Amor e Paixão,
Será que inseparáveis são?
Virá um antes e outro depois?
Ou simplesmente se rende o coração?
Paixão e Amor,
É possível apaixonar sem amar?
É possível amar sem estar apaixonada?
Eu? Prefiro amar e apaixonada estar!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O Natal não é de todos?!

Natal… Fala-se tanto no Natal,
Festa, cor, brilho, presentes
Família, lareira e calor,
Todos andam contentes!
A agitação das compras
O procurar do presente ideal,
Enquanto outros têm frio
Sim, é o mesmo Natal!
Esses, poucos pensam neles
Pobres, imundos, abandonados
Caíram na pobreza, decadência
São pela sociedade renegados!
O Natal não é para todos?
Assim havia de ser,
Em tantas casas sobra comida
E outros sem ter o que comer!
A caridade que há não chega
Muito mais temos que agir,
Ajudar aqueles que precisam
Que não tiveram culpa de cair!
Pensemos no presente e no futuro
Porque a todos pode acontecer,
Hoje são eles, e amanhã?
Um de nós pode ser!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Perdida nos meus pensamentos!

Estou perdida em meus pensamentos
Pensando, porquê que és assim?
Se sabes que me magoas
Porquê que me fazes isso a mim?
E logo eu que tanto te amo
Que sou capaz de tudo por ti
Sinto-me triste e pensativa
Penso em tudo o que já vivi!
Coisas que fazes e dizes
São como golpes no meu coração
Só que este meu amor por ti
Tem o poder da suturação!
Mas as cicatrizes, essas ficam
Somente se vão atenuando
Marcas que ficarão para sempre
Vais-me fazer isto até quando?
Percebes o que quero dizer?
Eu só queria contigo ser feliz
Embora já o seja por te ter
Para merecer isto não sei o que fiz!
Mas não chega… Não chega
Preciso de mais, de mais amor
De ser amada de todas as maneiras
Para atenuar esta minha dor!
Pensa, peço-te…
E uma coisa tens que saber
Gosto mais de ti do que de mim
Sou assim, não há nada a fazer!
Não o faço para ter igual em troca
Faço, porque gosto simplesmente
Mas admito que queria mais de ti
Queria que me amasses para sempre…