Bem-vindos ao meu blog...
Aqui postarei todos os poemas que vou escrevendo ao longo dos dias... Prometo não estar muito tempo sem escrever! Peço-vos para comentar, só assim saberei a vossa opinião (boa ou má!), por isso estejam à vontade!
Espero que gostem! :)

sábado, 30 de janeiro de 2010

Indecisões da vida!



Indecisões da vida
Decisões a tomar
Vou, avanço
Ou tenho que recuar?

Recuar talvez não
Apenas abrandar
As expectativas são altas
Tenho medo de falhar!

Falhar é frustrante
E pode acontecer
Quem entra no jogo
Pode ganhar ou perder!

Perder ninguém gosta
Mas faz parte da vida
Pois aprende-se muito
Mais uma experiência vivida!

Vivida ao máximo
Assim tem de ser
Mesmo com derrotas
Seguir em frente e a cabeça erguer…

Luta difícil!



Não sei o que fazer!
Vem, de ti vou cuidar!
Ficar ou ceder?
Para quê ficar?
A proposta é tentadora!
Eu sei, por isso vem!
Sou uma criança sofredora!
Aqui sofrimento ninguém tem!
A sério? Mas que bom!
Nem imaginas o quanto…
Bem, não sei então!
Não hesites, olha para o teu pranto!
Mas aqui até gostam de mim!
Aqui ainda mais vão gostar!
Não sei se quero já o fim…
Para quê continuares a lutar?
Eu até gosto deste local!
Mas aqui também vais gostar!
Eu só saiu daqui para o hospital!
Mas aqui vais viajar!
Vai, sai daqui!
Não, aqui vou ficar…
Ainda pouco eu vivi!
Mas eu venho te buscar!
Já decidi, ainda não vai ser agora!
Mas… Mas tu estás a desfalecer…
Eu quero que te vás embora!
Esta luta eu vou vencer!

E venceu...

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Tua sina!



Sou a tua cigana
A tua sina vou ler
Vou saber o teu futuro
Vou tentar descrever!
Dá-me a tua mão
Para as linhas eu analisar
Sei que é algo bom
Do qual vais sempre lembrar!
Numa linha vejo uma mulher
Noutra linha a ti vejo
E essas linhas cruzam-se
Vejo que tudo começou com um beijo!
Ela está no teu passado
No teu presente e no teu futuro
Vejo aqui um grande amor
Um amor lindo e puro!
O que mais queres saber?
Se este amor vai durar?
Isso depende de ti
Se a continuares a amar!
Queres saber quem ela é
Até leio a tua mente
Pois isso é muito fácil
Sou eu mesma, aqui à tua frente!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O meu corpo te revelo!

As linhas do meu corpo
Por ti esperam ser delineadas
Com tuas mãos fortes,
Quentes e suadas!
Humm…
Conheces todas as minhas formas
De cima a baixo na perfeição
Mas em todos os momentos
É uma enorme tentação!
Vem…
O meu corpo anseia pelo teu
Já te conhece como ninguém
Toda a tua pele já percorri
Mas o desejo fica sempre aquém!
Sim…
Tu sabes que me tens
Possuis a chave do prazer
Sabes como a utilizar
E fazer-me a cabeça perder!
Toca-me…
No meu mais recôndito lugar
Fecha os olhos e vem me descobrir
Ama-me de todas as maneiras
E mulher faz-me sentir!
Diz-me…
Que meu corpo desejas
E que me amas perdidamente
O meu corpo te revelo
Será teu eternamente!
Ama-me…

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Suicídio Consumado!

Sabemos que é terrível
Uma sensação de limite
Imaginamos o sofrimento
Com a morte a convite!
Indagados no sofrimento
Dia-a-dia a desejar
Incontrolável vontade
Onde a morte irá ganhar!

Consumado será
Obstinada é a morte
Não desiste e leva-a
Sua vida levou um corte!
Uma família destroçada
Matou-se, não há nada a fazer
Atirou-se de uma ponte
Deixou de sofrer!
Onde andarás? Ainda ninguém te encontrou…


Baseado num caso verídico!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Cartas de Amor!

“Todas as cartas de amor são ridículas”
Já um dia alguém disse isso
E esse grande alguém tinha razão
Quem não acredita nisso?
Grande Fernando Pessoa
Que muito nos ensinou
Ridículo é quem não as escreve
Ridículo é quem nunca amou!
Continuemos a escrever
Ridículas cartas de amor
Mostremos o que sentimos
Mostremos o nosso clamor!
Poemas do amor
São ridículos igualmente
Neles mostramos o quanto amamos
Tão belo amor inocente!
Continuemos assim
Por amor a escrever
Ridículos por amor
Ridículos até morrer!



Inspirei-me no poema "Cartas de Amor" de Fernando Pessoa, numa maneira de dar destaque ao nosso eterno e grande poeta português!

sábado, 9 de janeiro de 2010

Esse teu silêncio!



Não entendo a razão
De tudo estar assim
Estás-me a magoar
Estás a dar cabo de mim!

Esse teu silêncio
Perturba-me demasiado
Estou a sentir-me corroída
E isso passa-te ao lado!

Não me deixes neste sofrimento
Diz-me algo por favor
Estou a morrer por dentro!

Peço-te como antes nunca pedi
Diz-me algo por favor
O que serei eu sem ti?

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Hoje não estou para ninguém!




Esquece…

Hoje não,
É melhor nem tentares,
Hoje preciso de solidão!

Vai…

Não quero saber,
Estou desiludida
Não vais entender!
Que queres de mim?
Hoje não estou para ninguém
Não quero ouvir vozes,
Não estou nada bem!
Quero estar sozinha,
Só quero ouvir o bater do meu coração,
Quero ouvir cada batimento,
Sozinha com a minha solidão!
Apreciar a sua força
Se é capaz de tudo superar,
Mas há dias que duvido
Se terá força para lutar!
Deixa-me sozinha…
Não te estou a pedir demasiado,
Simplesmente hoje não é o dia certo,
Não quero estar a teu lado!
Sei que não entendes,
Se calhar nem eu me entendo,
Por isso preciso de tempo,
Para já é o que pretendo!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Como barco sem leme!



Tu completas-me,
Já fazes parte de mim,
Sem ti já não sou nada,
Não quero nem imagino o fim!
Sem ti o que sou?
Sou como um barco sem leme,
Que anda à deriva perdido
E que o barqueiro a vida teme!
Um jardim sem flores,
Sou o que sou sem ti,
Sem aquelas inúmeras cores,
Um jardim como nunca vi!
Um céu sem estrelas,
Sem sol e sem lua,
Nunca me deixes,
Quero ser sempre tua!
Sem ti, sou como praia sem areia,
Como poeta sem poesia,
Como vês, és fundamental,
Se não, escrever eu não podia!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Hoje preciso de mim!

Hoje preciso de mim
Estar comigo sozinha
Recolhida em pensamentos
De um futuro que se avizinha!
Preciso deste momento
Encolhida, comprimida, contida
Somente no calor do meu corpo
Sozinha, a pensar nesta vida!
Necessito deste momento
Calada, sossegada, retraída
Neste meu desalento
Nesta vida entristecida!
Não quero ninguém
Não quero nem preciso
Estou assim tão bem
Neste meu casulo conciso!
Enrolada em sentimentos
Coberta com tristeza
Acompanhada pelo medo
Porque a alegria me despreza!
Aqui estou
E aqui quero ficar
E inerte ficarei à espera
Que a felicidade me venha abraçar!

sábado, 19 de dezembro de 2009

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Alma Perdida!

Sinto-me mal,
Sinto um vazio interior,
Não terei nada cá dentro?
A não ser esta nefasta dor?
Este corpo vazio,
Esta alma perdida,
Um enorme nada
Sinto-me vencida!
Preciso de algo,
Algo para me preencher,
Algo que me ressuscite
Para não me perder!
Ou perdida já estou?
Talvez, não sei,
Sei que me sinto um nada,
Onde será que errei?
Quem me poderá ajudar?
Sinto-me insignificante,
Ajudem por favor
Este ser errante!
Mais vale desistir,
E com a luz ir ter,
Adeus, até um dia
Foi um prazer vos conhecer!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Paixão vs Amor!



Paixão, o que é isso?
É aquela fantástica sensação?
É aquela dorzinha na barriga?
Ou é o acelerar da respiração?
Paixão, o que isso é?
É sentirmo-nos extasiados?
É sentirmo-nos nas nuvens?
Ou é sentirmo-nos para outro lado transportados?
E o Amor? O que é?
É aquela sensação que perdura?
É aquele sentimento grandioso?
Ou é somente o abrandar da loucura?
O Amor então o que é?
É aquele sentimento de união?
É aquela sensação de companheirismo?
Ou é somente completar o coração?
Amor e Paixão,
Será que inseparáveis são?
Virá um antes e outro depois?
Ou simplesmente se rende o coração?
Paixão e Amor,
É possível apaixonar sem amar?
É possível amar sem estar apaixonada?
Eu? Prefiro amar e apaixonada estar!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O Natal não é de todos?!

Natal… Fala-se tanto no Natal,
Festa, cor, brilho, presentes
Família, lareira e calor,
Todos andam contentes!
A agitação das compras
O procurar do presente ideal,
Enquanto outros têm frio
Sim, é o mesmo Natal!
Esses, poucos pensam neles
Pobres, imundos, abandonados
Caíram na pobreza, decadência
São pela sociedade renegados!
O Natal não é para todos?
Assim havia de ser,
Em tantas casas sobra comida
E outros sem ter o que comer!
A caridade que há não chega
Muito mais temos que agir,
Ajudar aqueles que precisam
Que não tiveram culpa de cair!
Pensemos no presente e no futuro
Porque a todos pode acontecer,
Hoje são eles, e amanhã?
Um de nós pode ser!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Perdida nos meus pensamentos!

Estou perdida em meus pensamentos
Pensando, porquê que és assim?
Se sabes que me magoas
Porquê que me fazes isso a mim?
E logo eu que tanto te amo
Que sou capaz de tudo por ti
Sinto-me triste e pensativa
Penso em tudo o que já vivi!
Coisas que fazes e dizes
São como golpes no meu coração
Só que este meu amor por ti
Tem o poder da suturação!
Mas as cicatrizes, essas ficam
Somente se vão atenuando
Marcas que ficarão para sempre
Vais-me fazer isto até quando?
Percebes o que quero dizer?
Eu só queria contigo ser feliz
Embora já o seja por te ter
Para merecer isto não sei o que fiz!
Mas não chega… Não chega
Preciso de mais, de mais amor
De ser amada de todas as maneiras
Para atenuar esta minha dor!
Pensa, peço-te…
E uma coisa tens que saber
Gosto mais de ti do que de mim
Sou assim, não há nada a fazer!
Não o faço para ter igual em troca
Faço, porque gosto simplesmente
Mas admito que queria mais de ti
Queria que me amasses para sempre…

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Plágio NÃO!

Estou desiludida
Sinto-me mesmo mal
Como conseguem fazer isto?
Como têm coragem para tal?
Utilizam a poesia dos outros
E fazem-lhes pertencer
Que falta de dignidade
Isto nem dá para crer!
Estou mesmo revoltada
Com toda esta situação
Mas isto não me vai desanimar
Mais poemas virão!
Isso é falta de criatividade?
Ou simples prazer?
Parece-me mais falta de identidade
É o que me dá a entender!
Porquê que não assumem?
Mas que coisa tão feia
Vê-se que não são verdadeiros poetas
Que não têm a poesia na veia!




Isto é para todos aqueles que ousaram "roubar" a minha poesia... Pensem no que estão a fazer! Plágio é crime...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

A lenda da Tulipa Negra...

"Era comum ouvir-se falar na tulipa negra, uma flor rara e preciosa. Segundo uma lenda persa, uma moça chamada Ferhad apaixonou-se por um rapaz chamado Shirin. Vendo seu amor rejeitado, Ferhad fugiu para o deserto. Ao chorar de saudades e tristeza, cada uma de suas lágrimas, ao tocar a areia, transformava-se numa linda tulipa". (desconheço o autor)

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Janela da Vida!

Olho pela janela
Essa face límpida e perfeita
Lá fora está o mundo
Ou quem de lá espreita!
Esta janela que é mais que isso
É algo muito inconstante
Tanto está embaciada e a escorrer
Como limpa e brilhante!
É a janela da Vida
Que não podemos controlar
É algo que nos transcende
Resta-nos simplesmente esperar!
Esperar, viver
E deixarmos de pensar
Já que quando muito pensamos
Só nos estamos a magoar!
É esta a vida que temos
Se é que não temos mais nenhuma
Porque se através dela vemos sempre cinzento
Mais vale pensar que é só uma!

Enclausurada em ti!

Esta minha vida
De dependência viciada
Leva-me à loucura
Uma loucura desvairada!
Isto consome-me
Não consigo evitar
A distância destrói-me
Pois desato a ressacar!
Tenho que te consumir
Essa é a minha prioridade
Possuir-te até à exaustão
Estou louca de verdade!
Sinto-me aprisionada
A este descontrolado desejo
É mais forte que eu
Estou sedenta do teu beijo!
Fica junto a mim
Vem comigo enlouquecer
Estou enclausurada em ti
Já não há nada a fazer!

Meu corpo, meus sentidos!

Meus olhos anseiam por ti
Por te ver de qualquer jeito
Quero ver-te como nunca vi
Vem deitar-te no meu peito!
Meu nariz anseia por te cheirar
Esse teu cheiro inconfundível
Esta minha ânsia de te amar
Este meu desejo é terrível!
Minha boca quer provar
Esse teu beijo perfeito
Será que é pecado te amar
Vem repousar em meu leito!
Meus ouvidos querem escutar
Tua voz carinhosa mas forte
Diz-me que me vais amar
Até ao dia da minha morte!
Minhas mãos querem te tocar
Nesse teu corpo que me enlouquece
Vem e deixa-me te amar
Escuta esta minha prece!
Nesta mistura de sentidos
Meu corpo só tem uma finalidade
Amar-te com toda a minha força
Mas amar-te de verdade!